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8 de agosto de 2012

Greve de professores nas instituições federais completa 20 dias


  • A greve dos professores das universidades federais chega nesta terça-feira (5) ao seu 20º dia longe de um acordo entre o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) e o governo federal. A greve começou em 17 de maio, e atualmente professores de 49 instituições federais de ensino superior paralisaram as atividades: 46 universidades (cerca de 80% do total) e três dos 40 institutos ou centros federais de educação tecnológica, segundo dados do MEC, estão parcial ou totalmente parados.Estudantes de 19 das 46 universidades também entraram em greve para pedir melhores condições de ensino. Segundo a Andes, a greve afeta mais de 1 milhão de alunos.Nesta terça-feira (6), os professores programaram uma grande marcha na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para reivindicar maior atenção do governo ao movimento. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse que todos os acordos firmados em 2011 com os professores universitários da rede federal foram cumpridos pelo governo e, nesse cenário, não vê justificativa para uma greve da categoria neste momento.A categoria pleiteia carreira única com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso para regime de 20 horas correspondente ao salário mínimo do Dieese (atualmente calculado em R$ 2.329,35), e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.Os professores também reclamam da política de expansão das universidades federais feitas pelo governo através do programa Reuni. Segundo a Andes, a expansão foi feita às pressas e provocou a queda das condições de trabalho, com salas lotadas, excesso de disciplinas e de orientações na graduação e na pós-graduação, ausência de laboratórios e estrutura para pesquisa e extensão, e de uma política efetiva de assistência estudantil.

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A greve começou no dia 17 de maio, até hoje 49 faculdades estão paradas. Foram feitas várias proposta, porém os professores recusaram todas as propostas. A greve já está existindo a 93 dias. A partir de agosto, os professores passaram a parar de receber. Logo, logo as aulas voltaram.
 Eles estão exigindo melhorias em salas de aula. Existem faculdades que tem apenas 1 microscópio em bom estado/funcionando no laboratório, o que de fato é horrível, pois são milhares de alunos. Esta greve é merecida, os jovens realmente precisam de estudar em locais adequados. Pois se não há condições por que haveria de ter uma faculdade? Acredito que esta greve fique apenas até o final de agosto. É o que todos esperamos.
 Para que o país ande para frente precisamos de pessoas para ajudar e colaborar para um mundo melhor, e são esses estudantes com acesso a faculdade que irá fazer desse país um lugar melhor, pois a faculdade lhe dá possibilidades de ajudar pessoas, como as profissões que irão exercer e que irá ajudar muitas pessoas futuramente.
 Se as pessoas querem tanto um mundo melhor, não deveriam poupar educação, nem menos um lugar   bom para que os jovens possam no futuro exercer sua vocação, e são professores que ensinam aos alunos e que fazem eles serem bons trabalhadores, e também são eles que ensinaram vários médios no país a salvar vidas, e melhorar o país, e eles tem que ter uma recompensa para isso, um lugar bom para fazer seu trabalho, melhores condições de trabalhos entre outros.
   Mais a única parte desfavóravel é que, enquanto a grave acontece os alunos acabam não tendo aula pelas más condições, nesta greve há lados bons e ruins. Mais, a real pergunta é: Até quando vai durar? Há pessoas que realmente querem estudar, e estão lutando para isto. É uma greve justa, por melhores condições de estudos e de trabalho.

Um comentário:

  1. Acho que deveria haver um acordo beneficiando os dois lados e quem obviamente perde com isso são os estudantes, que ficam sem educação.

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